sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Sin miedo

Segue aí mais uma letra que acho fantástica, da artista espanhola Rosana Arbelo, simplesmente DEMAIS!!!!


Álbum: Lunas Rotas
Música: Sin miedo

Sin miedo sientes que la suerte está contigo

Jugando con los duendes abrigándote el camino
Haciendo a cada paso lo mejor de lo vivido
Mejor vivir sin miedo

Sin miedo, lo malo se nos va volviendo bueno
Las calles se confunden con el cielo
Y nos hacemos aves, sobrevolando el suelo, así

Sin miedo, si quieres las estrellas vuelco el cielo
No hay sueños imposibles ni tan lejos
Si somos como niños
Sin miedo a la locura, sin miedo a sonreir

Sin miedo sientes que la suerte está contigo...
Sin miedo, las olas se acarician con el fuego
Si alzamos bien las yemas de los dedos
Podemos de puntillas tocar el universo, sí

Sin miedo, las manos se nos llenan de deseos
Que no son imposibles ni están lejos
Si somos como niños
Sin miedo a la locura, sin miedo a sonreir

Sin miedo sientes que la suerte está contigo...
Lo malo se nos va volviendo bueno
Si quieres las estrellas vuelco el cielo
Sin miedo a la locura, sin miedo a sonreir


Tania Mikaela Garcia

domingo, 25 de novembro de 2007

O bambu chinês

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, durante 5 anos. Todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Um escritor americano escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês"
Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos... especialmente no nosso trabalho, (que é sempre um grande projeto em nossas vidas). É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Tenha sempre dois hábitos: Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos!!!
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão. Autor desconhecido
Encontrei esse texto no site http://www.otimismoemrede.com
Ele veio bem a calhar numa época em que vivencio meu quinto ano de plantação... e ainda não vi brotar meu bambu.
Espero que sirva também para você.
Um abraço,
Tania Mikaela Garcia

domingo, 18 de novembro de 2007

Mulher de 40

Admirável a sensibilidade do autor quanto ao universo feminino.
Delicie-se, mulher... de 20, 30, 40 ou de que idade for!
Por Adriano Silva, 31 anos, diretor de redação da revista Superinteressante.

Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.
No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro. Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes. Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar; finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor.
Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata. A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.
Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética nsuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto.
Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, leitora, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila. É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.
Tania Mikaela Garcia

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O varal da vizinha

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a ensinou? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!

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Lave sua vidraça.

Abra sua janela.

(autor desconhecido)

Tania Mikaela Garcia

textocorrigido@terra.com.br

domingo, 4 de novembro de 2007

E vivam as baleias!

Essa já é velhinha... mas "vale a pena ver de novo". Hahaha.


E vivam as baleias!!!A academia Runner colocou um outdoor em São Paulo que dizia o seguinte:


'Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia?'
Uma mulher enviou a eles a sua resposta e distribuiu o seguinte e-mail por aí...


'Ontem vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: ' Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia?'

Resposta: 'Baleias sempre estão cercadas de amigos. Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam. Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.Baleias têm amigos golfinhos.

Baleias comem camarão à beça.Baleias esguicham água e brincam muito. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais. Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.


Sereias não existem.

Se existissem viveriam em crise existencial: sou um peixe ou um ser humano? Não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas, mas tristes e sempre solitárias...Runner, querida, prefiro ser baleia!'


A Runner retirou o outdoor na mesma semana.


Se é verdadeiro ou não, vale a reflexão!
E vivam as baleias!!!


Tania Mikaela Garcia
textocorrigido@terra.com.br

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Adversidades

Quando criei o blog, imaginei que teria tempo para alimentá-lo sempre. Ledo engano!
Como está complicado encontrar alguns minutos para produzir minhas reflexões (idéias e vontade não faltam, podem ter certeza!), eu decidi partilhar com vocês alguns textos de que gosto.
Infelizmente, não sei a autoria de todos, então, caso saibam, por favor, avisem-me para que eu possa fazer o devido registro.

Segue aí o primeiro deles, lindo, lindo:

Uma filha se queixou ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Já não sabia mais o que fazer e queria desistir, estava cansada de lutar e combater. Assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele, encheu três panelas com água e colocou, separadamente, em cada uma delas cenouras, ovos e pó de café. Deixou que tudo fervesse durante vinte minutos, sem dizer uma palavra. Depois retirou as cenouras, os ovos e o café e colocou-os em tigelas diferentes. Virando-se para ela, perguntou: "Querida, o que você está vendo?" "Cenouras, ovos e café", ela respondeu.

Ele pediu para experimentar as cenouras. Ela notou que as cenouras estavam macias. Pediu, então, que pegasse um ovo e quebrasse. Ela retirou a casca e verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao sentir seu aroma delicioso e perguntou humildemente: "O que isto significa, pai?"
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis, mas sua casca fina havia protegido o líquido interior que, após a fervura, tornou-se mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável, havia mudado a água.
"Qual deles é você?", ele perguntou. "Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde?"

Você é como a cenoura, que parece forte, mas com a dor e a adversidade murcha, se torna frágil e perde sua força? Será que você é como o ovo? Tinha um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece a mesma, porém você está mais amargo e obstinado? Ou será que você é como o pó de café? Muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados?
Se você é como o pó de café, quando as coisas ficam piores, você se torna melhor e faz com que tudo ao seu redor se torne melhor.
Como você lida com a adversidade?

(Autor desconhecido)
Tania Mikaela Garcia

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Show

Amo cantar. Nada supera a magia de um solo numa música bem composta. Cantar acompanhada de um coral, como fiz durante anos, é também uma sensação única e insubstituível. O coral preenche, eleva, provoca uma sensação de transcendência já típica da que só quem canta é capaz de sentir. Mas a transcendência que cantar num coral provoca é uma transcendência angelical.
É como se naquele momento transformássemo-nos em verdadeiros anjos flutuando na música. E solar acompanhada de um coral, então... tenho até dificuldades para definir a emoção. De qualquer forma, nem preciso me esforçar, uma vez que Ná Ozzetti consegue fazer isso brilhantemente ao interpretar a canção "Show" (confiram a canção clicando no título deste texto, que remete à Rádio UOL). Melodia e letra belíssimas casadas numa voz doce e harmoniosa, numa interpretação que me faz "levitar" cada vez que ouço.
Numa fase da minha vida em que muito do meu trabalho é exercido isoladamente em frente ao computador, acho perfeito ilustrar esse vôo solo com esta canção:


Ná Ozzetti - Show

É só uma voz
A minha voz
Sem coral
Cadê o coral?

Cantava aqui
Estava aqui
Cadê o pessoal?

A música avança
Lança em mim
Um gelo geral, solidão
Voz sem coral

É só uma vez
A minha vez
De fazer
O solo final

Eu entro aqui
Eu entro em mim
Voz principal

Solei, solei
E um coro virtual
Eu ouvi anunciando sem dó
Sou eu, e só

E assim eu refiz meu caminho
Com voz e com muita emoção
O coro virtual eu troquei
Por um vigoroso violão

E quem sonhou
Sofreu, chorou
Pode fazer de uma só voz
Um show

Pode não ser
Um mega show
Um festival com multidões

Mas quem chorou
Já tem na voz
Um show

Tania Mikaela Garcia